Advocacy
Advogamos por um cuidado de qualidade e proteção integral das crianças.
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Advogamos por um cuidado de qualidade e proteção integral das crianças.
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Advogamos por um cuidado de qualidade e proteção integral das crianças.
Advocacy
Advocacy
Advogamos por um cuidado de qualidade
A Aldeias Infantis SOS em Cabo Verde adota uma postura de tolerância zero face a qualquer forma de abuso, violência ou exploração de crianças e adolescentes. Atuamos com o compromisso de assegurar um ambiente protector, seguro e acolhedor, acreditando que apenas através da união de esforços e da mobilização colectiva é possível eliminar comportamentos que coloquem em risco a integridade e o bem-estar das crianças e jovens.
No âmbito da nossa estratégia de advocacy de médio e longo prazo, colaboramos com o Governo, organizações da sociedade civil, empresas, agências de cooperação internacional e as próprias crianças e jovens, visando reforçar políticas e práticas de proteção infantil, com especial atenção àquelas sem cuidados parentais ou em risco de os perder.
Desde 1984, a Aldeias Infantis SOS em Cabo Verde tem atuado na área da proteção social, prestando serviços de acolhimento alternativo de qualidade a crianças e jovens sem cuidados parentais e serviços comunitários a famílias em risco. A Aldeias Infantis SOS em Cabo Verde trabalha em parceria com responsáveis, órgãos estatais, principais partes interessadas, principais organizações e prestadores de serviços na área da proteção social e crianças carenciadas.
Colaboramos para garantir apoios
A nossa intervenção centra-se na promoção de ambientes protectores e inclusivos, assegurando que os jovens possam exercer a sua voz na definição, conceção e desenvolvimento de políticas, serviços e programas que impactam directamente as suas vidas.
Por meio desta abordagem, incentivamos a participação significativa das crianças e adolescentes, fortalecendo a sua capacidade de influenciar decisões e de contribuir para soluções que promovam o seu bem-estar, proteção e desenvolvimento integral.
Campanhas de Advocacy da Aldeias Infantis SOS em Cabo Verde
2015 – 2024
Dados oficiais indicam que cerca de 55,9% das crianças em Cabo Verde vivem sem a presença e o cuidado dos pais, impactando significativamente as crianças do nosso grupo-alvo. Para fazer face a esta situação, em parceira com várias organizações, promovemos uma Campanha de Responsabilização Parental, de 3 anos (2022 - 2024), através da qual procuramos consciencializar a população residente em Cabo Verde e na diáspora cabo-verdiana, relativamente à problemática da responsabilização parental no país, com destaque para pais e autoridades competentes, e influenciar políticas e práticas propiciadoras da criação de um ambiente familiar acolhedor e protetor para as crianças em todo o país.
Em São Vicente, o fenómeno de crianças que vivem em situação de rua remonta aos anos 70. Não obstante a todos os esforços de entidades públicas e organizações da sociedade civil, este fenómeno constitui motivo de preocupação para todos. A permanência das crianças na rua arrasta uma quantidade de problemas sociais, dos quais se destacam o abandono escolar, o trabalho infantil, a violência sexual, o uso de drogas ilícitas entre outros.
De acordo com um estudo feito, cerca de 44 crianças entre 6 e 17 anos, vivem em situação de rua no Mindelo. São crianças provenientes de estruturas familiares frágeis, vítimas de abusos, negligências e vulneráveis a diversas situações de risco, mas cheias de sonhos.
Objetivo da campanha
Para o reforço da eficácia das intervenções da Aldeias SOS em São Vicente, a organização lançou o projeto “Criança Não É de Rua”, com o principal objetivo de salvaguardar os direitos das crianças em situação de rua, a participar no desenvolvimento das suas comunidades e a proporcionar um lar de amor a essas crianças, ajudando-as a construir os seus sonhos, e reforçando as suas famílias.
Ainda com este projeto a SOS Cabo Verde objetiva: dotar as crianças de habilidades que lhes permitem a inclusão familiar e social, alternativos à rua; reforçar as competências parentais e económicas das respetivas famílias, primando pela autonomia e resiliência; e reforçar a articulação entre os parceiros-chave no domínio da proteção das crianças/jovens em situação de rua.
O objectivo é, segundo a instituição, melhorar a qualidade de cuidados oferecidos a cada criança, em especial aquelas sem cuidados parentais ou risco de os perder.
Influenciar as políticas e práticas nacionais em matéria de protecção infantil, melhorar os sistemas de cuidados alternativos de crianças, lutar contra práticas culturais prejudiciais que colocam as crianças em risco, prevenir para que mais crianças sejam institucionalizadas, habilitar crianças e jovens com competências que lhes permitam se autodefenderem-se são alguns dos objectivos da campanha.
Para o efeito serão levadas a cabo várias acções de capacitação de prestadores de cuidados à criança, realização de fóruns organizados sob a liderança e iniciativa das crianças, e intervenção nas famílias de modo a evitar a institucionalização .
Os promotores do programa querem até ao fim do programa ter 10 Comités Infanto-Juvenis de Protecção criados e funcionais, além de um mecanismo de seguimento e avaliação das instituições.
Acredite num mundo onde todas as crianças crescem em amor e segurança.
